sábado, 16 de abril de 2016

Tecnologia

Multiplicadores do Projeto Google recebem capacitação na Seduc


A quinta (14) e sexta-feira (15) foram de capacitação para os multiplicadores do Projeto Google Apps for Education nas escolas estaduais. Os representantes dos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs), que transmitem os conhecimentos aos professores das 30 Coordenadorias Regionais de Educação (CREs), estiveram reunidos em Porto Alegre, onde falaram através de videoconferência com o Gerente de Programas do Google Educação, Rodrigo Vale.
A Secretaria Estadual da Educação e a empresa firmaram parceria durante o mês de março. Com isso, os aplicativos desenvolvidos pela Google para o trabalho em sala de aula foram cedidos gratuitamente ao Estado.

Leia toda a reportagem acessando o link que segue:
Fonte: Secretaria de Educação do RS

O jargão jornalístico

O jargão jornalístico
Para entender a linguagem jornalística, é bom conhecer alguns termos usados no dia-a-dia das redações.

Artigo - Texto que traz a opinião e a interpretação do autor sobre um fato. Geralmente é assinado e não reflete necessariamente a opinião da publicação.

Editorial - É a opinião da empresa que publica o periódico sobre temas relevantes. Não é assinado.

Entrevista - Contato pessoal entre o repórter e uma ou mais pessoas (fontes) para coleta de informações. Também designa um tipo de matéria jornalística redigida sob a forma de perguntas e respostas (também conhecida como pingue-pongue).

Legenda - Texto breve colocado ao lado, abaixo ou dentro de foto ou ilustração, que acrescenta informações à imagem.

Lide - Abertura de um texto jornalístico. Pode apresentar sucintamente o assunto, destacar o fato principal ou criar um clima para atrair o leitor para o texto. O tradicional responde a seis questões básicas: o quê, quem, quando, onde, como e por quê.

Manchete - Pode ser tanto o título principal, em letras grandes, no alto da primeira página de um jornal, indicando o fato jornalístico de maior importância entre as notícias contidas na edição, ou o título de maior destaque no alto de cada página.

Nota - Pequena notícia.

Notícia - Relato de fatos atuais, de interesse e de importância para a comunidade e para o público leitor.

Pauta - Agenda ou roteiro dos principais assuntos a ser noticiados numa publicação jornalística.

Reportagem - Conjunto de providências necessárias à confecção de uma notícia jornalística: pesquisa, cobertura de eventos, apuração, seleção dos dados, interpretação e tratamento.

Verbetes adaptados do Dicionário de Comunicação, de Carlos Alberto Rabaça e Gustavo Barbosa, Ed. Ática 

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Gestão Escolar - Informática

Que tal trocar a caneta e o papel pelo teclado na hora de elaborar a ata da reunião de planejamento, organizar um espaço de formação tecnológica para os professores dentro do horário coletivo de trabalho ou incentivá-los a construir planilhas de acompanhamento do aprendizado dos alunos no computador?
Essas ações podem quebrar a resistência da equipe e criar um ambiente favorável para desenvolver e fortalecer em sua escola o hábito de usar a informática nos processos do dia-a-dia. Os gestores podem e devem favorecer a utilização de novas mídias ao lançar mão de estratégias como essas.
Léa Fagundes, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), lembra que antes de tudo é preciso facilitar o acesso. "Alguns diretores impedem que o laboratório seja usado, com medo de os alunos danificarem os equipamentos." NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR elaborou uma lista de sete passos que podem ajudar sua escola a tomar o rumo do futuro.
1. Colocar máquinas em uso
Faça um levantamento dos recursos de que a escola dispõe. Relacione computadores, televisores, aparelhos de vídeo e DVD, máquinas fotográficas e de vídeo, gravadores de voz e microfones. Todos esses equipamentos são ferramentas de ensino. "Os recursos devem estar na mão de alunos e professores. Não dá para ter um controle autoritário do uso. Empregar novas mídias para favorecer a aprendizagem é falar em processos de criação. Por isso, o ponto de partida é a liberdade de acesso", destaca Lia Paraventi, coordenadora de informática educativa da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.

2. Inserir no projeto pedagógico
Na EMEF Pracinhas da FEB, na capital paulista, gestores e professores escolhem, nas reuniões de planejamento, as linguagens que serão usadas nos projetos. "Em 2008, trabalhamos a produção de um jornal no computador, do texto à diagramação", conta Paloma Fernandez, orientadora de Informática Educativa da escola. Os professores das disciplinas envolvidas se reuniram com ela no horário de trabalho coletivo para juntar conteúdo e tecnologia. Em História, os alunos produziram notícias sobre a Revolução de 1930 e as guerras mundiais. Em Matemática, criaram um encarte com desafios de lógica, e em Ciências, reportagens sobre higiene e prevenção de doenças. Este ano, as turmas aprenderão a fazer audiovisuais.

3. Formar a equipe
Se o mouse ainda é um objeto estranho para a equipe (ou só para você), promova um curso de capacitação. Márcia Jubett, diretora da EMEF Marta Wartenberg, em Novo Hamburgo, na Grande Porto Alegre, mal sabia ligar o computador, mas isso não a impediu de informatizar a escola. "Criamos um espaço para a formação dentro do horário coletivo de trabalho e passamos a discutir a montagem de projetos didáticos usando novas mídias." A professora de informática repassa à equipe o que aprende em cursos oferecidos pelas secretarias municipal e estadual. Outra ideia é incentivar os professores que já dominam as linguagens a compartilhar seus saberes com o grupo.

4. Mudar a gestão
Escola que não tem pessoal suficiente para coordenar o uso do laboratório de informática pode fazer um projeto com alunos monitores. "Isso ajuda no comprometimento com as atividades", analisa Márcia Padilha, coordenadora do Instituto para o Desenvolvimento e a Inovação Educativa, da Organização de Estados Ibero-Americanos. O essencial é dar condições para que os estudantes entrem no laboratório nos horários em que não estão em aula (a escola e a sala de informática têm de estar abertas e em condições de uso), além de acompanhar o trabalho. Os equipamentos precisam de manutenção e atualização. Um bom caminho é definir regras de uso de sites e comunidades virtuais e gerir o acesso e a organização das atividades dentro e fora do laboratório.

5. Usar a tecnologia todo dia
Substituir a correspondência em papel com os pais por e-mails personalizados, colocar os balancetes de gastos numa planilha digital, construir arquivos para o acompanhamento das aprendizagens dos alunos ou criar uma comunidade virtual para compartilhar o resultado das reuniões de planejamento são exemplos de como a informática pode estar presente na gestão da escola. Na EE Professora Neuza Maria Nazatto de Carvalho, em Santa Bárbara do Oeste, a 130 quilômetros de São Paulo, a diretora Sirlei Dantes adotou a digitalização das planilhas com as notas dos 850 alunos. "Para quebrar a resistência dos professores, fizemos um trabalho de formação mostrando que a mudança facilitaria os processos. Hoje eles editam online esse material. Na direção, acrescentamos outros dados dos estudantes e enviamos por e-mail para a secretaria", ensina a diretora.

6. Sair do laboratório
Ter um espaço reservado para os computadores é importante, mas, com o tempo, o laboratório convencional pode se transformar num espaço de produção multimídia com som e imagem. Ganha muito a escola que instala uma rede sem fio e cria ambientes de aprendizagem com computadores portáteis - para o uso dos alunos ou na formação dos professores.

7. Integrar a comunidade
É importante criar redes de relacionamento e cooperação com o entorno. "Muitas vezes, a escola é o único lugar onde o aluno tem acesso à tecnologia. Por isso, ela precisa dar a ele os instrumentos para a socialização e inserção no mercado de trabalho", afirma José Manuel Moran, pesquisador em Tecnologias da Educação da Universidade de São Paulo (USP).

Tecnologia a serviço da aprendizagem
Fonte: Revista Nova Escola  Leia mais acessando o link da Nova Escola ou 

Informática: 7 passos para o futuro

Ações simples para inserir a equipe e os alunos em uma verdadeira cultura virtual

Texto de Gustavo Heidrich (gestaoescolar@fvc.org.br)

domingo, 3 de janeiro de 2016

Certificação

O certificado do curso está disponível na plataforma da SEDUC RS no acesso retrito para os alunos que participaram das aulas presenciais.

ANA MARGARIDA POETINI DE SOUZA
ANDREIA BEATRIZ NASCIMENTO
ANGELITA CERETTA
CARLA MARIA PINHO DA ROSA
CARLA SIMONE SODER KROTH
CLAUDIA HACKENHAAR
DEISE GABRIELA HICKMANN
EDUARDO CARISSIMI
ELACI DA CUNHA KELLER
ELIEZER DIAS MARTINS DOS SANTOS OKAJIMA
ELOISA MARCIANA KOLBERG THEISEN
IVANI TERESINHA SCHULER
IVONIR SILVEIRA DA ROSA
JOSE LUIZ DOS SANTOS PIRES JUNIOR
LENIR MARIA ROSSAROLA
LIZANDRO DE LIMA ROCHA
MARA ROSANGELA TORRES BRUM
MARCIA DAME LOPES
MARLA KARNOPP
RODRIGO MACHADO BARACY
RUTIANE DELLA GIUSTINA AGUIAR









Clique aqui  ou abaixo no Faça aqui o seu login para acessar o ambiente e buscar o certificado.

sábado, 5 de setembro de 2015

ERRO COMO APRENDIZAGEM


Muitas escolas hoje já se preocupam com a discussão sobre a correção dos erros, olhando o erro de outra forma, considerando as respostas dos alunos, valorizando diversas formas de resolução para um mesmo problema, tentando mostrar os erros como naturais, utilizando-os como instrumento didático, como forma de trabalhar e avançar no processo de aprendizagem. Segundo o site http://pedagogiaaopedaletra.com/a-construcao-da-aprendizagem-a-partir-do-erro/ o erro é interpretado de diversas formas:
Segundo Demo (2001, p.50) “o erro não é um corpo estranho, uma falha na aprendizagem. Ele é essencial, faz parte do processo”. Já Perrenoud (2000) proclama que “todos tenham direito de errar para evoluir. Ninguém aprende sem errar. Errando, reflete-se mais sobre o problema e sobre as ações usadas para resolvê-lo.” Para Macedo (1989) o erro e o acerto não são privilégios de quem sabe, mas são caminhos necessários ao conhecimento. O erro em algumas escolas não pode continuar sendo encarado como sinônimo de fracasso, merecendo castigo, mas como instrumento riquíssimo para a compreensão do processo da estruturação do pensamento do aluno, um ser em formação e sua condição de ser em desenvolvimento.
No meu entendimento, observo o erro como uma forma de aprendizagem, pois o aluno está me mostrando o que ele aprendeu com minha aula. Vejo o erro como uma forma muito clara de perceber se meus alunos compreenderam ou não . Entre corrigir o erro e ensinar a pensar sobre ele, existe muita diferença. Corrigir resulta apenas em correção sem reflexão. Ensinar a pensar é desenvolver a consciência crítica, o que consequentemente promoverá momento de aprendizagem.
Texto escrito por Carla Simone Soder Kroth.
Resposta a atividade 1.5 do curso Redes de Aprendizagem em 2015. 

sábado, 29 de agosto de 2015

Varal de FANZINES nas escolas

FANZINES- VERA CRUZ

Entre os dias 06 e 10 de Julho de 2015 ocorre a Semana Literária na Escola Estadual de Ensino Médio Vera Cruz. Nesta terça-feira, 07/07, ocorreu a exposição de Fanzines elaboradas pelos alunos de Seminários Integrados das turmas 15, 31 e 32. 
Foi criado, no ambiente da biblioteca da escola, o espaço fanzine, destinado à visualização e leitura das produções dos alunos. Concomitantemente, ocorreu o momento de leitura do jornal impresso e a participação dos jornalistas do Grupo Arauto - Carolina Almeida e Maiquel Thessing. Foi um momento de leitura, concentração, reflexão sobre jornalismo, comunicação, juventude, educação e sociedade. Um espaço rico de oportunidades e aprendizagem.

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Foi proposto aos participantes do Curso RA a produção de Fanzines com seus alunos nas Escolas.
Realizei a proposta com as Turmas do Ensino Médio Curso Normal: 101, 201 e 301.Os alunos gostaram do desafio e produziram Fanzines com diferentes e variados assuntos. Porém , a maioria optou por temas relacionados à Educação Física e Educação.



 
Confira registros do trabalho no Blog

O Trabalho com Varal de Fanzines foi realizado na Biblioteca do EA
16/07/2015 IEE ERNESTO ALVES - RIO PARDO/RS

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 FANZINE - CANDELÁRIA
http://margpoetini.blogspot.com.br/2015/06/fanzine-na-sala-de-aula.html


Currículo, Cultura e Conhecimento Escolar

Aula especial sobre Currículo, Cultura e Conhecimento Escolar com Professor Danilo Gandin, na aula presencial dia 13 de julho de 2015, com as alunas do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Coordenação Pedagógica da UFRGS 2015-2016 no Polo de Santa Cruz do Sul, à qual sou Assistente Presencial.  
Destaque especial ao material que o professor trouxe para discussão durante a aula.
Entrevista do professor Antonio Flavio Barbosa Moreira - Professor titular da Universidade Católica de Petrópolis. O texto encontra-se disponível na tv brasil/salto para o futuro.



segunda-feira, 8 de junho de 2015

Educomunicação

O QUE É EDUCOMUNICAÇÃO?

A educomunicação é um paradigma orientador de práticas que têm como
objetivo o fortalecimento do protagonismo dos sujeitos sociais, 
mediante a gestão compartilhada e solidária das tecnologias da informação,
num exercício prático do direito universal à expressão. Visível nas ações do 
movimento social, em toda a América Latina, a partir dos anos de 1960,
através da comunicação alternativa e da educação popular, o conceito,
sistematizado pelo NCE/USP, em 1999, tem como seu principal desafio,
hoje, converter-se em política pública, em condições de beneficiar, 
no Brasil, um público representado por um total aproximado de dois milhões
e meio de professores e mais de 50 milhões de estudantes do ensino básico,
além de milhares de agentes culturais que se dedicam à educação não formal.
No Brasil, a educomunicação tem sido levada a setores sociais voltados para
as áreas da educação em saúde, em sustentabilidade e em meio ambiente, através
de ações que primam pelo emprego de procedimentos dialógicos e 
participativos de comunicação. A pesquisa sobre o conceito e o esforço para 
difundir sua prática tem caracterizado a ação de aproximadamente 18 centros de 
pesquisas, em todo o Brasil, com mais de 120 teses publicadas sobre o tema. 
Frente a este cenário, a ABPEducom – Associação Brasileira dos 
Pesquisadores e Profissionais da Educomunicação organiza, em Porto Alegre, 
em junho de 2015, juntamente com a PUC/RS e com o apoio do NCE/USP e
da UFSM, o VI Encontro Brasileiro de Educomunicação e o III Educom Sul,
com o tema Diversidade e educomunicação: tecendo saberes e integrando práticas.

Evento na PUC em Porto Alegre/RS dias 10, 11 e 12 de junho de 2015.

PROGRAMAÇÃO

VI Encontro Brasileiro de Educomunicação
III Educomsul
Diversidade e educomunicação:
tecendo saberes e integrando práticas

Promotores:
NCE/USP - Núcleo de Comunicação e Educação da USP
ABPEducom - Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação
POSCOM/PPGTER – Grupo de Pesquisa Comunicação, Educação e Cidadania –

 Universidade Federa de Santa Maria - RS
Apoio:
FAMECOS - Faculdade de Comunicação Social e
NEABI - Núcleo de Estudos em Cultura Afro-brasileira e Indígena (PUC/RS)


Campus da PUCRS
Av. Ipiranga, 6681 - Partenon, Porto Alegre – RS
De 10 a 12 de junho de 2015

Atitude

terça-feira, 19 de maio de 2015

Fanzine




Quem produz um fanzine quer criar vias, meios de apropriar-se e de dialogar com manifestações sem espaço de circulação. Por meio das publicações independentes, o zineiro conhece, aprecia, apreende e faz parte de diferentes manifestações: ele cria um diálogo que anteriormente não existia.

Leia mais.....

quarta-feira, 13 de maio de 2015

O curso

“Redes de Aprendizagem” tem como objetivos gerais:
  • Promover a análise do papel da escola e dos professores frente à cultura digital nesta sociedade altamente tecnificada.
  • Compreender como as novas mídias sociais diversificaram as relações entre as pessoas, e, em especial, como essas mudanças afetaram nossos jovens e se refletiram na sua relação com a aprendizagem e com a escola.
  • Compreender o potencial educativo das mídias sociais digitais.
  • A sociedade em rede nos desafia permanentemente com cenários complexos e uma cultura jovem bastante diferente das gerações anteriores. Com este Curso, pretendemos aproveitar a maturidade técnica e prática já adquirida nos cursos anteriores e trazer mais subsídios para você avançar na compreensão e postura crítica frente aos desafios da relação educação-tecnologia-cultura jovem.
    O Curso “Redes de Aprendizagem” foi lançado na perspectiva de dar continuidade aos estudos. Portanto, consideramos o Curso “Introdução à Educação Digital” como pré-requisito essencial, e os Cursos “Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC” e “Projetos de Aprendizagem” como desejáveis para o bom aproveitamento do conteúdo deste Curso.
    A maturidade construída nos cursos anteriores é a base para reflexões mais amplas acerca do papel da escola e dos professores frente à cultura digital, ainda mais nessa sociedade altamente tecnificada. As atividades práticas também envolvem cenários mais desafiadores, como estruturação de políticas na escola e articulação comunitária para o uso crítico das tecnologias.
    Assim, voltadas para cursistas mais experientes, as orientações das atividades também terão uma abordagem diferenciada, partindo diretamente para dicas mais avançadas que pressupõem construções prévias (como o Blog de Aprendizagens, por exemplo).  
  • Fonte: Guia do cursista - Redes de aprendizagem e-proinfo/mec.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Filmes Infantis que abordam consciência e conservação ambiental

Não basta apenas falar “Preservar o meio ambiente é importante" é necessário inserir o hábito da conservação e restauração do meio ambiente em nossa rotina. Como garantir um futuro melhor para nossos filhos? Mostrando na prática que a mudança é possível. 
Podemos transformar nossas práticas em algo positivo.
Segue abaixo uma lista de 7 filmes sugeridos pelo site nãopuledajanela 
com conteúdos de boa qualidade.

1. O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida

É um filme infantil para discutir destruição, conservação e restauro do meio ambiente, e ainda tem pitadas geniais de como a indústria se beneficia e distorce nosso senso do que é correto. O filme é baseado no livro do Dr. Seuss, que foi um cartonista e desenhista americano responsável por personagens como O Gato de Cartola, Grinch e Lorax. Procurem livros dele, é fantástico!

O Lorax - Em Busca da Trúfula Perdida - Dublado

2. Nausicaä do Vale do Vento

Esse filme é uma das obras primas de Hayao Miyazaki, diretor e roteirista japonês responsável pelo Studio Ghibli, lugar onde nascem os filmes mais lindos do mundo. Dias de Fogo é um evento conhecido por ter destruído o ecossistema da Terra e a civilização humana. Os que restaram do grande evento de esforçam em conseguir sobreviver, já que o clima e as condições são áridas e a população teve que recorrer a tecnologia para se manter, isolados em pequenos impérios.

Nausicaä do Vale do Vento

  3. WALL-E
É uma animação da Pixar e foi dirigido pelo mesmo diretor de Procurando Nemo.A história se passa num futuro distante onde a Terra está destruída e soterrada em lixo. Tudo isso aconteceu por nossa cultura consumista, que engoliu, processou e vomitou até que o planeta estivesse sem recursos naturais e com tranqueiras empilhadas sobre tudo; e claro que isso aconteceu com a ajuda de uma megacorporação, a Buy-n-Large , que também foi a responsável pela retirada da população humana da Terra até ela se “restabelecer”. Nossa sociedade começou a viver em naves no espaço, sedentários, se alimentando de porcarias, até que se viram impossibilitados de caminhar. É chocante ver em uma animação nossa sociedade espelhada de forma tão honesta. Realmente chega a causar angústia, pois parece [ou será] que esse é o nosso futuro.
wall-e


4. Minúsculos [Minuscule – La vallée des fourmis perdues]


Baseado na série de TV homônima criada por Hélène Giraud (filha do lendário

 quadrinista francês conhecido como Mœbius) e Thomas SzaboMinúsculos,

 o filme, também dirigido pela dupla, mantém a técnica de inserir os bichinhos 

animados em computação gráfica sobre um cenário filmado, e o resultado é 

um verdadeiro deleite visual.


5. O Mundo dos Pequeninos
Esse filme é do diretor Hiromasa Yonebayashi, que fez uma linda adaptação do livro The Borrowers, da escritora Mary Norton, que publicou a história dessas pequenas pessoas em 1952.
O filme conta a história de Arrietty e sua família, pequenos seres que parecem pessoas normais, mas com 10cm de altura, e que vivem no assoalho de uma casa em Tóquio.  Com a chegada de Sho, um garoto doente, uma amizade um tanto inusitada nasce entre eles. Durante toda a história a sensação é que os Barrows são seres da natureza, talvez uma releitura das “fadas”, mas que se viram forçados a habitar pequenos lugares a medida que a civilização domesticava animais e se espalhavam em locais intocados. Mas infelizmente eles não estão seguros nem dentro da própria casa, já que quando um dos adultos descobrem que a casa pode estar sendo habitado pelos “pequenos intrusos” começa uma guerra em busca de extinguir Arrietty e sua família.
O mundo dos pequeninos

6. Era uma Vez na Floresta  

Esse filme foi a minha infância, mas apesar de sempre ver Ferngully em vários lugares como filme que discute conservação do meio ambiente, esta obra incrível dirigida por Charles Grosvenor nunca está em lado algum.
Abgail, Edgar e Russel vivem felizes numa floresta, tal como um rato, uma toupeira e um ouriço devem viver. Eles são amigos e seguem sua rotina como sempre, até que um dia um homem chega na floresta espalhando gases tóxicos e adoece Michelle, amigas deles. Então começa a busca do três amigos, junto com o Tio Cornelius, de uma forma de salvar Michelle e a floresta.
Era uma vez na floresta

7. Princesa Mononoke

Mais um do Hayao Miyazaki! E esse é meu filme preferido dele, porque temos um japão onde os seres humanos convivem com deuses da natureza e suas forças que trazem destruição para florescer a vida.
Somos apresentados ao Príncipe Ashitaka, que após matar o terrível deus-Javali se vê amaldiçoado pelo mesmo. Angustiado, ele foge da mesma aldeia que lutou tanto para defender e nesse longo caminho acaba por conhecer San, a Princesa Mononoke.
Numa aldeia está sendo travada uma luta e do lado dos deuses-animais está San, que foi adotada e criada por uma tribo de deuses-lobos. Seu ódio pelos seres humanos que estão destruindo a natureza é enorme e ela com o tempo foi se esquecendo do seu lado humano, até o seu encontro com Ashitaka.
Princesa Mononoke

Fonte:http://www.naopuledajanela.com.br/2015/04/24/7-filmes-infantis-que-abordam-consciencia-e-conservacao-ambiental/

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Seja Bem Vindo Abril

Datas Comemorativas


Dia Mundial de Luta Contra o Câncer
A celebração do Dia Mundial baseia-se na Carta de Paris, aprovada em 4 de fevereiro de 2000.

Nesta quarta-feira, 8 de abril, é lembrado o Dia Mundial de Combate ao Câncer, data criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Trata-se de um momento muito importante no calendário médico oncológico, pois marca um dia que, na verdade, o oncologista clínico vivencia diuturnamente na sua luta pela melhoria de vida do paciente portador de tumor maligno. É uma doença debilitante, tanto do ponto de vista patológico, quanto do ponto de vista terapêutico, pois pode trazer muitas repercussões no cotidiano de quem as enfrenta e que certamente reverberam em todos com os quais convivem. (Fonte:http://www.segs.com.br/saude/36283-dia-mundial-de-combate-ao-cancer.html)






Dia do Correio

Atividade postal no Brasil
O ato de trocar informações por meio da escrita data de muitos séculos, intercambiando recados e principalmente cartas para longas distância. Para marcar as comemorações da prática, o 8 de abril foi escolhido como o Dia do Correio. E em 1931 foi instituída a atividade postal regular no Brasil com a criação dos Correios-Mores do Brasil. Antes, em 1929, já havia sido elaborado o Código Postal Universal que viria a legislar e apresentar soluções para os problemas postais modernos, o que deu início a uma nova era na história dos Correios. Em 1931, foi criado o Departamento de Correios e Telégrafos. (Fonte: http://www.oabsp.org.br/)




Dia da Natação

O ser humano possui habilidades que podem ser desenvolvidas mediante exercícios adequados. Andar, correr, arremessar e manusear são ações naturais do corpo humano, as quais ele executa com certa facilidade. Porém, em razão da necessidade de se locomover para obter alimento e abrigo, o ser humano precisou adquirir outras habilidades menos adequadas à sua anatomia. Uma delas é o ato de nadar.

Atravessar rios e lagos para locomover-se ou caçar deu origem à habilidade de nadar, embora o corpo humano não seja eficiente nessa tarefa, porque o ser humano evoluiu no sentido vertical, ao andar ereto. O ato de nadar exige uma posição horizontal, daí a necessidade de treinamento.

Há milênios que o ser humano nada. A prova disso são os símbolos da escrita egípcia, os quais retratam movimentos da pessoa nadando. Alguns arqueólogos descobriram que os gregos já conheciam a natação há mais de três mil anos. Na mitologia grega encontram-se inúmeras referências ao ato de nadar, executado pelos heróis e semideuses dos épicos. Na Grécia antiga eram famosos os nadadores da ilha de Delos, de Atenas e de Esparta. Em Roma, a natação era considerada um requinte social. A pessoa, para ser considerada culta, deveria saber nadar. Entre os soldados romanos, em suas rotinas diárias de atividades físicas, era regular a prática da natação. Depois dos exercícios físicos em terra, atravessavam a nado os rios. (Fonte: https://www.paulinas.org.br/portal/)
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Outras datas comemorativas acesse o link que segue.
Datas comemorativas